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Anatomia das mamas

Anatomia das Mamas

As mamas são glândulas que atingem o ápice do seu desenvolvimento durante a gravidez e amamentação. Situam-se no tórax e são formadas pelos tecidos glandular (produção e liberação de leite), celular ou conjuntivo e gorduroso.

Na base da mama temos de 18 a 20 estruturas (tecido glandular) semelhantes a cachos de uva. Ali acontece a produção do leite, que posteriormente será conduzido através de ductos ou canalículos próximos da região areolar, formando os depósitos ou bolsões de leite que se afinam novamente até o mamilo.

As mamas são preparadas no período de gestação para realizar a produção de leite. O responsável pelo estímulo a essa produção é o próprio bebê, através da sucção correta. No momento do parto já é possível, para a maioria das mulheres, visualizar o colostro, mas, caso você não o visualize, não se preocupe, basta o bebê sugar algumas vezes que o colostro começará a sair.
Ao sugar, o bebê estimula as terminações nervosas existentes na aréola que geram impulsos que vão até a hipófise (glândula localizada no cérebro) e estimulam a liberação da prolactina (hormônio responsável pelo estímulo à produção de leite). A prolactina ativa o tecido glandular e o leite materno é produzido.

A ocitocina, outro hormônio que também é produzido após o estímulo da sucção, é responsável por liberar o leite para o bebê. A ansiedade, dor, dúvidas, estresse e insegurança inibem o reflexo de expulsão do leite.

Vale a pena lembrar que o volume de leite produzido é proporcional ao estímulo de sucção do bebê. Se a mãe quiser aumentar a produção de leite, basta estimular o bebê a sugar um maior número de vezes e por mais tempo. Ela não deve perder uma mamada para economizar leite, pois isto fará com que as mamas produzam menos leite.

ATENÇÃO – O leite também pode diminuir por outros motivos, tais como:

  • técnica de mamada incorreta;
  • horários rígidos;
  • oferecer complementos;
  • oferecer bicos e/ou mamadeiras;
  • estresse – fator emocional importante;
  • cansaço.

    Tipos de mamilos 

    Os mamilos são facilitadores no processo da mamada. Quanto mais salientes forem, mais fácil será o processo do aleitamento. Contudo, o tipo de bico não é um obstáculo intransponível para a amamentação. É necessário haver estímulo, paciência e determinação até que você e o bebê estejam adaptados a esta nova situação. Lembre-se: o seu mamilo é próprio para o seu bebê.

    Seguem abaixo os diferentes tipos de mamilos e os cuidados pertinentes.

    Mamilo Protuso 

  • Saliente.
  • Mais de 90% da população possui este tipo de mamilo.

    Cuidados: Exercícios de rotação – com os dedos indicador e médio, realize movimento de rotação de um lado para o outro, tracionando levemente para fora. Use concha para os seios. Deixe-os arejados.

    Mamilo Curto 

  • Pouco saliente, pode apresentar-se elástico ou pouco elástico.

    Cuidados: Exercícios de rotação – com os dedos indicador e médio, realize movimento de rotação de um lado para o outro, tracionando levemente para fora. Use concha para seios.

    Mamilo Plano 

  • Está incorporado à região areolar.

    Cuidados: Exercícios de rotação mais freqüentes. Use conchas para seios.

    Mamilo Pseudo-invertido 

  • Apresenta-se contrário ao protuso, respondendo ao estímulo de forma variável de acordo com a elasticidade.

    Cuidados: Exercícios de rotação + Hoffman orientados segundo orientações médicas / concha para seios.

    Mamilo Invertido 

  • Apresenta-se contrário ao protuso; nunca responde ao estímulo, precisa de acompanhamento mais perto do profissional do GAAM.

    Cuidados: Nunca indicamos o bico de silicone para nenhum dos casos sem antes avaliar a mamada.

 

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