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Engasgo

Engasgo

O QUE FAZER

Enlaçar a vítima com os braços em volta do abdome. Uma das mãos permanece fechada sobre a chamada “boca do estômago” (região epigástrica). A outra, comprime a primeira, ao mesmo tempo em que empurra a ‘boca do estômago” para dentro e para cima, como se quisesse levantar a vítima do chão.

Em adultos: posicionar-se atrás da vítima, se ela ainda está consciente.
Em crianças: posicionar-se atrás da vítima, de joelhos.

Efetuar movimentos de compressão para dentro e para cima, até a vítima eliminar o corpo estranho.

Essa é a Manobra de Heimlich, utilizada para desobstruir a passagem do ar pelas vias aéreas, em casos de engasgos ocasionados por corpos estranhos ingeridos pela vítima

-. Bebê consciente engasgado
• Posicionar o bebê de bruços em seu braço e efetuar 5 compressões entre as escápulas.
• Virar o bebê de costas em seu braço e efetuar 5 compressões sobre o esterno (osso que divide o peito ao meio), na altura dos mamilos.
• Tentar visualizar o corpo estranho e retirá-lo delicadamente.
• Em caso negativo, repetir a manobra até a chegada no hospital

-. Bebê inconsciente engasgado
• Verificar inconsciência.
• Se estiver inconsciente, deitar o bebê de costas em seu braço e liberar as vias aéreas (boca e nariz).
• Verificar se respira.
• Se não respira, efetuar 2 respirações boca-a-boca.
• Observar expansão torácica, se não visualizar movimentos, repetir a liberação das vias aéreas e as 2 respirações.

ATENÇÃO
Sempre que a vítima perder a consciência pedir ajuda ou ligar para o Serviço de Emergência (192 – 193).

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Desmaio

Desmaio

O QUE FAZER

– Afastar a vítima de local que proporcione perigo (escadas, janelas etc.).
– Deitá-la de barriga para cima (decúbito dorsal), e elevar as pernas acima do tórax (com a cabeça mais baixa em relação ao restante do corpo).
– Lateralizar a cabeça para facilitar a respiração.

– Afrouxar as roupas.
– Manter o local arejado.
– Após recobrar a consciência, deve permanecer pelo menos 10 minutos sentada, antes de ficar em pé, pois isso pode favorecer o aparecimento de um novo desmaio.
– Transportar a vítima para atendimento médico.

O QUE NÃO FAZER

– Não jogar água fria no rosto, para despertar.
– Não oferecer álcool ou amoníaco para cheirar.
– Não sacudir a vítima.

DESMAIO

É a perda dos sentidos, desfalecimento. Conhecido também como síncope (ver no Guia de Doenças, texto sobre “Síncope”).

Causas

Várias são as causas que levam ao desmaio, como por exemplo:
– Pressão baixa.
– Jejum prolongado, que causa queda da taxa de glicose no sangue (hipoglicemia).
– Dor forte.
– Prática de exercícios físicos por períodos prolongados.
– Vômitos.
– Alteração emocional.
– Desconforto térmico (extremos de frio ou calor).
– Uso de drogas.
– Problemas cardiovasculares, neurológicos, entre outros.

Sinais e sintomas

– Mal-estar
– Escurecimento da visão
– Suor abundante
– Perda de consciência
– Relaxamento muscular
– Palidez
– Respiração superficial

Sempre há a necessidade de acompanhamento médico para  investigação e diagnóstico correto, visto que o desmaio pode ser indicativo de que algo mais sério está acontecendo no organismo.  

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Convulsão

Convulsão

O QUE FAZER

– Afastar a vítima de lugares perigosos (fogo, piscina, objetos cortantes).
– Retirar objetos pessoais como: óculos, colares etc..
– Proteger a cabeça, deixando-a agitar-se à vontade.
– Manter a vítima de barriga para cima (decúbito dorsal) e a cabeça lateralizada, para evitar engasgos.
– Proteger a boca, observando se a língua não está sendo mordida. Caso os dentes estejam cerrados, não forçar a abertura da boca.
– Afrouxar as roupas, se necessário.
– Observar a respiração durante e após a crise.
– Encaminhar ao serviço médico, após a crise.

O QUE NÃO FAZER

– Não jogar água ou oferecer algo para cheirar durante a crise.
– Não deixar de socorrer a vítima, uma vez que esse problema não é contagioso.


CONVULSÕES

São contrações musculares involuntárias de parte ou de todo o corpo, decorrente do funcionamento anormal do cérebro.
Tem duração aproximada de 3 a 5 minutos.

Características

1.- Fase Tônica
Manifesta-se pela contratura generalizada da musculatura (rigidez do corpo e dentes cerrados).

2.- Fase Clônica
Manifesta-se por abalos musculares, salivação excessiva, perda ou não do controle da bexiga os esfíncteres.

3.- Fase Pós-convulsão
Caracterizada por sonolência e confusão mental.

Causas

– Epilepsia.
– Traumatismo cranioencefálico.
– Tumor cerebral.
– Febre alta (hipertermia) em crianças abaixo de 4 anos.
– Intoxicações (álcool, entorpecentes, medicamentos).
– Infecções (por AIDS, meningites etc.).

Sinais e sintomas

– Perda da consciência e queda ao solo.
– Contrações musculares violentas.
– Pode ocorrer palidez intensa e lábios azulados.
– Pode haver eliminação de fezes e urina.
– Dentes travados e salivação abundante (‘baba’).

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Mini Bobina de Tesla

Choque

O QUE FAZER

– Deitar a vítima com as pernas elevadas a aproximadamente 30 cm da superfície em que estiver deitada.
– Manter a permeabilidade das vias aéreas e estabilidade da coluna cervical, caso a vítima tenha sofrido queda ou sido vítima de acidente.
– Afrouxar roupas, retirar jóias, óculos e outros objetos.
– Manter a vítima aquecida.
– Verificar pulso a cada 5 minutos, inclusive durante o deslocamento até o hospital mais próximo.

CHOQUE

Choque hemodinâmico (ou ou hipovolêmico) é a falência do sistema cardiocirculatório, causada pela perda de sangue, que pode ser interna ou externa (vide texto “Hemorragia”).

Sinais e sintomas

– Pele pálida, úmida e fria.
– Pulso fraco e rápido:
adultos: pulso maior que 100 batimentos por minuto
bebês e crianças: pulso maior que 120 batimentos por minuto
– Respiração rápida e superficial.
– Sede e tremores.
– Agitação.
– Tontura e perda de consciência.

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Cobra

Animais Peçonhentos

O QUE FAZER

– Manter a vítima calma e deitada.
– Localizar a marca da mordedura e limpar o local com água e sabão.

– Cobrir com um pano limpo.
– Remover anéis, pulseiras e outros objetos que possam garrotear, em caso de inchaço do membro afetado.
– Evitar que a vítima se movimente para não favorecer a absorção do veneno.
– Tentar manter a área afetada no mesmo nível do coração ou, se possível, abaixo dele.
– Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para receber o soro anti-ofídico.
– Se possível, levar o animal para que seja identificado e para que a vítima receba o soro específico.

O QUE NÃO FAZER

– Não fazer torniquete, impedindo a circulação do sangue: isso pode causar gangrena ou necrose local.
– Não cortar o local da ferida, para fazer ‘sangria’.
– Não aplicar folhas, pó de café ou terra sobre a ferida, poderá provocar infecção.

Importante

O Instituto Butantan, no Brasil, fabrica soros específicos, usados na terapia de várias doenças causadas por animais peçonhentos. Esses soros são distribuídos para todo o país.


ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS

São aqueles provocados por picadas ou mordeduras de animais dotados de glândulas secretoras e aparelhos inoculadores de veneno.

Características

A ação do veneno pode provocar as seguintes reações:

– Proteolítica: necrose tecidual (morte do tecido lesado) devido à decomposição das proteínas.

– Neurotóxica: – ação no sistema nervoso causando queda palpebral; formigamento no local afetado, alterações de consciência e perturbações visuais.

– Hemolítica: destruição das hemáceas no sangue.

– Coagulante: causa deficiência na coagulação sangüínea.

Como evitar acidentes

– Usar botas.
Isto evita até 80% dos acidentes, pois as cobras picam do joelho para baixo. Mas antes de calçá-las verificar se dentro não há cobras, aranhas e outros animais peçonhentos.

– Proteger as mãos.
Não enfiar as mãos em tocas, cupinzeiros, ocos de troncos etc. Usar um pedaço de madeira para verificar se não há animais.

– Acabar com os ratos.
A maioria das cobras alimentam-se de roedores. Manter sempre limpos os terrenos, quintais e plantações.

– Conservar o meio ambiente.
Desmatamentos e queimadas devem ser evitados. Além de destruir a natureza, provocam mudanças de hábitos dos animais que se refugiam em celeiros ou mesmo dentro de casas. Também não se deve matar as cobras, pois elas contribuem com o equilíbrio ecológico.

Sinais e sintomas

– Pequena mordida na pele: pode parecer um ponto pequeno e descolorido.
– Dor e inchaço, de desenvolvimento lento, na área da mordida.
– Pulso rápido e respiração dificultada.
– Fraqueza.
– Problemas visuais.
– Náusea e vômitos.

Considere todas as mordidas de cobras como sendo de cobras venosas.

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Vacinação

Vacinas

Vacinar o bebê é essencial para prevenir numerosas doenças, como a poliomielite, e também um ato de respeito, amor e carinho por seu filho. Vamos conhecer, então, a época correta para ele receber cada vacina?

Recém-nascido: 

  • BCG-ID (tuberculose), em dose única;
  • Hepatite B, 1ª dose.

    1º mês: 

  • Hepatite B, 2ª dose.

    2º mês: 

  • DPT ou DAPT (difteria, tétano, coqueluche), 1ª dose – DAPT (Acelular);
  • Haemophilus B, 1ª dose;
  • Pólio Inativada (Salk), 1ª dose, ou Pólio Oral (Sabin), conforme indicação do pediatra;
  • Pneumococo;
  • Meningococo.

    4º mês: 

  • DPT ou DAPT, 2ª dose;
  • Haemophilus B, 2ª dose;
  • Pólio Oral, 2ª dose, ou Pólio Inativada, 2ª dose;
  • Pneumococo;
  • Meningococo.

    6º mês: 

  • Hepatite B, 3ª dose;
  • DPT ou DAPT, 3ª dose;
  • Haemophilus B, 3ª dose;
  • Pólio Oral, 3ª dose, ou Pólio inativada, 3ª dose;
  • Pneumococo;
  • Meningococo.

    9º mês: 

  • Sarampo, 1ª dose;

    12º mês: 

  • Varicela, dose única;
  • Hepatite A, a partir de 12 meses (duas doses com intervalo de seis meses).

    15º mês: 

  • DPT ou DAPT, 1º reforço;
  • Haemophilus B, 1º reforço;
  • Pólio Oral, 1º reforço ou Pólio inativada, 1º reforço ;
  • MMRII, 1ª dose;
  • Pneumococo (reforço);

    5 anos: 

  • DPT ou DAPT, 2º reforço;
  • Pólio Oral, 2º reforço ou Pólio inativada, 2º reforço ;
  • MMRII, 2ª dose.

    10 anos: 

  • DT (difteria e tétano), reforço a cada dez anos.

 

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Tira-dúvidas

Com o tempo, você vai descobrir que não é possível ter respostas prontas para todas as suas dúvidas sobre o bebê, mas algumas dicas podem deixar você mais tranqüila.

• Meu bebê é muito sonolento, não consigo fazê-lo mamar. É normal?

Sim. A maioria dos bebês é muito sonolenta e, no início, eles nem sempre mamam com regularidade. O que você deve fazer é identificar o horário no qual ele esteja mais acordado, ainda que precise ser estimulado. Daí a importância de você estar próxima do bebê. Lembre-se sempre de manter um ambiente tranqüilo para o bebê.

• Meu bebê chorou a noite inteira e só queria ficar no peito. O que fazer?

O choro do bebê não indica apenas fome. Ele chora por frio, calor, irritação ou qualquer outro incômodo, como gases, por exemplo. Se o choro acontecer num momento em que é pouco provável que seja por fome, as outras causas devem ser consideradas. Aos poucos, pelo horário e tipo de choro você aprenderá a identificar as outras possibilidades.

• Meu bebê perdeu peso. O que está errado?

Após o quinto dia, se ele continuar perdendo peso, algo pode estar errado no aproveitamento da mamada. O mais indicado é recorrer a um profissional. Para estes casos, você pode ligar para o Disk-Bebê ou agendar uma visita ao GAAM.

• O que devo fazer para aumentar a produção de leite?

É simples: basta colocar o seu bebê para mamar. Quanto mais ele fizer isso, mais leite será produzido. Vale lembrar que a ansiedade e o cansaço causam a diminuição do leite.
Não existem alimentos que “aumentam” a produção de leite. O importante é você ter uma alimentação saudável, fundamental para o seu bem-estar e o do bebê.

• Os meus mamilos estão fissurados. O que fazer?

A fissura é uma lesão da pele causada geralmente por erro na mamada. Para preveni-la, um bom começo é cuidar para que o seu bebê mame corretamente. Existem alguns procedimentos que você pode adotar:

• Amolecer a aréola antes do bebê sugar
• Não lavar os mamilos com freqüência
• Não utilizar cremes hidratantes ou pomadas (em vez disso, passe o próprio leite nos mamilos após a mamada e espere secar antes de fechar o sutiã)
• Não puxar o bebê do peito abruptamente
• Evitar o uso do protetor (descartável ou de tecido) e do bico de silicone
• Expor as mamas ao sol por 10 minutos, uma vez ao dia, antes das 10h ou após às 16h. Isso deixa os mamilos mais arejados

Para tratar a fissura

Areje as mamas, alterne as posições de mamada para mudar o ponto de contato, como mostram as Figuras 7 e 8, e inicie a amamentação pela mama menos dolorida. Para uma avaliação e tratamento do problema, você pode solicitar o atendimento de um profissional do GAAM.

• As minhas mamas estão empedradas. O que devo fazer?

Aconteceu o que chamamos de descida do leite. Entre o terceiro e o quinto dia após o parto, o leite maduro junta-se ao colostro e vem numa quantidade maior do que o bebê é capaz de mamar. Este excedente precisa ser retirado, não só para o seu alívio, mas também para facilitar a próxima mamada. Para isso, verifique antes de amamentar se a aréola está flexível. Se estiver rígida, massageie a região com a ponta do dedo indicador em movimentos circulares. O sentido da massagem é do bico para a base da mama, a fim de desobstruir o caminho por onde o leite passa, e não deve durar mais do que quinze minutos de cada lado. Isso vai amaciar a região e facilitar a sucção do bebê.
Após a mamada, examine novamente as mamas para verificar se não existem mais pontos de parada de leite. Se existirem, faça uma nova massagem, desta vez com a ponta dos dedos indicador e médio, ponto por ponto. Mantenha a outra mão no lado oposto da massagem em posição de concha.
Realizado corretamente, este procedimento provoca a saída espontânea do leite, sem que seja necessário forçar a sua retirada. Você pode também utilizar compressas frias para diminuir o calor no local.

Não é recomendável:

• Usar bombas tira-leite manuais e/ou elétricas
• Usar compressas de água quente
• Massagear em excesso
Estes procedimentos, apesar de parecerem boas soluções acabam aumentando a produção do leite.

• Fiz plástica nos seios. Isto vai influenciar na amamentação?

Na maioria das vezes, não. Em alguns casos, pode ocorrer um estreitamento ou rompimento dos dutos que conduzem o leite, diminuindo o seu fluxo. No entanto, este é um diagnóstico que requer o acompanhamento da mamada por um profissional.

Cuidados gerais durante o período de amamentação:

• Beba bastante água
• Adote uma alimentação balanceada. Qualquer alimento pode ser consumido, desde que em quantidade moderada
• Evite fumar
• Faça a higiene das mamas no banho com sabonete neutro
• Lave as mãos antes de amamentar
• Procure garantir um ambiente tranqüilo para você e para o bebê
• Dê preferência a cadeiras ou poltronas com apoio de braço
• Mantenha o mamilo arejado
• Alterne a posição de mamada (tradicional e invertida)
• Faça banho de sol nos mamilos, diariamente
• Proteja-os passando um pouco do seu próprio leite
• Mantenha as mamas secas no intervalo entre as mamadas
• Procure utilizar sutiãs apropriados, preferenciamente de algodão
• Evite situações tensas e procure descansar
• Em caso de feridas ou rachaduras, não interrompa a amamentação. Fale com o seu médico ou entre em contato com o GAAM

Na volta ao trabalho, como retirar e armazenar o leite?

Este é um momento que gera muitas dúvidas e angústia em algumas mães. Lembre-se que o bebê estará bem se você estiver bem. Para reforçar este sentimento, nada melhor do que estar bem informada. Antes de voltar ao trabalho, inicie o estímulo das mamas e o armazenamento do leite. Durante o período de trabalho, retire o leite nos horários em que o bebê normalmente mamaria. Este leite poderá ser armazenado por até 24 horas no refrigerador, e por até 15 dias no congelador ou freezer. De preferência, o recipiente a ser usado deve ser de vidro com tampa plástica ou um frasco próprio para a estocagem do leite materno. O descongelamento e o aquecimento devem ser feitos em banho-maria. Se possível, o leite ordenhado deve ser dado ao bebê em colher ou copo. E lembre-se de arrumar um tempo para descansar.

Desmame

É a etapa em que você começa a dar outros alimentos para o seu bebê. Este processo deve ser gradativo. O pediatra vai orientá-la na introdução desses novos alimentos. É nesta fase que começam a se formar os hábitos alimentares do seu filho.

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Icterícia

Seu bebê passa por diversas transformações orgânicas. Algumas são visíveis e, embora sejam normais, podem causar preocupações aos pais. Esse é o caso da icterícia.

O que é?

É uma coloração amarelada da pele que ocorre na maioria dos recém-nascidos.

Qual é a sua causa?

Ela é causada por um pigmento de cor amarelada, produzido normalmente no organismo, e que se chama bilirrubina. Os recém-nascidos, durante alguns dias, não são capazes de eliminar totalmente essa substância, fazendo com que o excesso se deposite na pele.

Quando ela surge?

Geralmente nas primeiras 48 horas, podendo tornar-se mais intensa a partir do 3º ou 4º dia. Aparece inicialmente no rosto e, se aumentar, desce progressivamente, espalhando-se pelos braços, tronco, abdômen e pernas. A partir do 5º dia, devido ao amadurecimento do bebê, ela diminui.

Então não é doença?

Não é doença e também não é transmissível de um bebê para outro. É um fenômeno próprio de cada recém-nascido. Algumas vezes, por ser mais intensa, a icterícia pode causar transtornos ao bebê. Por isso, se a sua intensidade aumentar, deve-se procurar o pediatra.

Quais as conseqüências?

A icterícia de que estamos falando é a fisiológica, que não tem conseqüência séria, a não ser em circunstâncias muito excepcionais. Há casos de incompatibilidade entre o sangue da mãe e do bebê, que requerem maiores cuidados.

O que fazer quando ela aparece?

Na maioria das vezes, só é preciso observar o bebê. A partir de um certo grau e dependendo da idade e peso do recém-nascido, os médicos podem utilizar o banho de luz por meio de um equipamento chamado biliberço, que age sobre a pele, facilitando a eliminação do pigmento bilirrubina.
Os pediatras do berçário do Hospital da Chapada mantêm os pais sempre informados sobre o surgimento e evolução da icterícia. Você também pode consultá-los a qualquer momento.

A icterícia pode aumentar em casa, após a alta do bebê?

Embora seja raro, pode acontecer. Por isso, verifique sempre a coloração da pele do bebê à luz do dia. Se tiver dúvida quanto ao aumento da intensidade da icterícia, traga o bebê de volta ao endereço que você encontra no “cartão de alta” da maternidade, pela manhã, para que o pediatra o examine e, se necessário, solicite o exame que revela o valor exato da bilirrubina.

Se estiver aumentada, o que será feito?

A necessidade de reinternação para banho de luz é muito incomum, mas pode ocorrer em função da intensidade da icterícia, do peso e do número de dias de vida do bebê, bem como de outros fatores que serão avaliados pelo pediatra.

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Enxoval

Como Fazer o Enxoval

Para o conforto de seu bebê, traga à Maternidade, no dia da internação, as seguintes peças de enxoval:

 

  • 6 conjuntos de pagãos ou body;
  • 1 cobertor de algodão;
  • 1 xale de linha ou lã;
  • 6 macacões RN, com abotoamento frontal;
  • 2 casacos de lã (evitar lã felpuda ou sintética para o bem-estar do bebê);
  • 6 calças com pezinho (mijão);
  • fralda de tecido;
  • estojo de pente e escova para recém-nascido.

    E para a mamãe:

  • camisolas com abertura na frente ou pijamas;
  • penhoar;
  • sutiãs de amamentação de algodão (evite rendas e costuras internas);
  • conchas para seios;
  • produtos de higiene pessoal.

    Importante: As roupas do bebê deverão ser de acordo com o clima, lavadas com sabão neutro, líquido ou em pedra e passadas.

 

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Quarto do bebê

Como Decorar o Quarto do Bebê

Com carinho, criatividade e bom gosto, você pode preparar a decoração do quarto do recém-nascido. Segundo especialistas, o ideal é que ele esteja localizado próximo ao quarto dos pais, para facilitar os cuidados básicos com o bebê, como a troca de fraldas e o aleitamento. Convém evitar as cortinas, carpetes e bichos de pelúcia, que acumulam pó e podem provocar alergia na criança. O cômodo precisa ser arejado, e o piso pode ser de fórmica, vinil ou madeira. Para substituir as cortinas, você pode usar painéis decorados ou persianas coloridas. Coloque apenas colchas e almofadas revestidas por material que possa ser higienizado com um pano umedecido. A limpeza do quarto do bebê é muito importante, mas é preciso evitar o uso de desinfetantes e outros produtos químicos. Mantenha-o sempre ventilado, todos os dias, e faça a limpeza periódica do colchão do berço, em geral revestido de plástico. Nos primeiros meses, em vez de travesseiro, recomenda-se o uso de uma fralda, presa nas laterais do berço, na altura da cabeça do bebê. Lembre-se que o berço não deve ser colocado embaixo das janelas, para que a criança não fique exposta às variações climáticas, e tenha sempre à mão o material necessário para a higiene do bebê, que pode ser colocado, por exemplo, na cômoda utilizada para a troca de fraldas. Em caso de dúvida sobre o uso de algum produto ou material, converse com o pediatra.

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